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#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

04
Dez22

Mina de S. Domingos

Armando Isaac

A mina de S. Domingos localiza-se na Faixa Piritosa Ibérica (FPI) mundialmente reconhecida pela sua riqueza em sulfuretos maciços vulcanogénicos, vulgarmente, conhecidos por pirites.

Esta província metalogenética forma um arco com uma extensão de 250Km de comprimento e 30 a 60 Km de laugura, que abrange parte do Alentejo, do Algarve e da Andaluzia.

Os jazigos de sulfuretos da FPI encontram-se associados a uma formação geológica constituída por rochas vulcânicas e sedimentares formadas na era Paleozoica, há cerca de 352 a 330 milhões de anos.

A génese dos jazigos de Pirite da FPI, como o de S. Domingos está relacionada com a circulação de fluidos hidrotermais (água do mar modificada por fluidos magmáticos) entre rochas vulcanicas e sedimentares, as quais sofreram, por isso, intensos processos físico-quimícos de lixiviação e troca iónica.

O jazigo de S. Domingos era formado por uma única massa de pirite, de posição aproximadamente vertical que tinha cerca de 560m de extensão e 80m de largura e direção aproximadamente E-W.

Os teores médios eram de 1,25% de cobre, 2-3% de zinco e 45-48% de enxofre. Para além da Pirite (FeS2) encontram-se ainda outros minerais como a blenda (ZnS), a calcopirite (CuFeS2), a arsenopirite (FeAsS) e sulfossais. A erosão do jazigo originou um amplo chapéu de ferro caracterizado pela cor vermelha e ocre dos óxidos e hidróxidos de ferro representados respectivamente por hematite (Fe2O3).

IN: Placa informativa

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Fotos: © 2022 Armando Isaac

 

 

 

03
Dez22

Cascata do Pulo do Lobo

Armando Isaac

A cascata do Pulo do Lobo é formada pelas águas do rio Guadiana, a montante da cidade de Mértola, tem águas claras e cristalinas que se precipitam numa queda, perdendo-se num mar de espuma pelo meio de uma garganta rochosa de onde desaguam depois para dar lugar a um lago de águas serenas. As margens neste local apresentam-se altas e pedregosas, e tão apertadas que deram origem a uma lenda que afirma que um lobo em caça as transpôs de um salto.

O Pulo do Lobo é um dos mais dramáticos trechos do Guadiana, o local onde o "rio ferve entre paredes duríssimas, rugem as águas, espadanam, batem, refluem e vão roendo, um milímetro por século, por milénio, um nada na eternidade", como escreveu José Saramago.

In: Wikipédia

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Fotos: © 2022 Armando Isaac

 

 

29
Nov22

Alcoutim e o contrabando

Armando Isaac

O contrabando é também comércio, mas ilícito. É inseparável do comércuio e desenvolve-se paralelamente a este. Praticava-se até há bem pouco tempo, entre povoações das terras de fronteira, porque estas partilhavam da mesma realidade politíco-geográfica e das mesmas necessidades.

Desde que se marcaram os limites fronteiriços entre Portugal e Espanha que houve a preocupação, por parte das autoridades, de controlar as mercadorias que circulavam.

No século XVI, por todo o Baixo Guadiana (de Alcoutim a Castro Marim e Santo António de Arenilha), os castelhanos passavam ilegalmente os escravos que de África chagavam ao Algarve para depois serem vendido em Espanha. A passagem de gado para Castela também se fazia em Alcoutim, bem como tabaco, açucar, sal e texteis.

Nos finais do século XIX, a criação de postos da Guarda-fiscal permitiu um maior controlo na zonas de fronteira. Entre Mértola e Vila Real de Santo António chegaram a existir 26 postos da Guarda-fiscal. Alcoutim era a sede de mais de metade desses postos. Do lado espanhol também havia postos para controlar o comércio ilícito. Perante este sistema, os contrabandistas procuraram outras soluções e o contrabando tornou-se mais organizado. Formaram-se então quadrilhas de contrabandistas. Contrabandeavam de noite, pois após o sol-posto era mais fácil escapar á vigilância da Guarda-fiscal portuguesa e dos Carabineros espanhóis. De Portugal passavam os produtos que escasseavam em Espanha, pricipalmente os de primeira necessidade: café, açucar, farinha, vinho, tabaco e sabão. De Espanha traziam bombazina e miolo de amêndoa.

Em Alcoutim a prática de contrabando foi, para muitas famílias, um modo de sobrevivência. Contrabandeavam para minorar as carências económicas, sustentar a família e construir uma casa.

 

Nota: Excerto de placa local

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Fotos: © 2022 Armando Isaac

 

 

06
Jul22

Sardinhada Iscte na Trafaria

Armando Isaac

Como já vem sendo tradição realizou-se hoje, dia 6 de Julho de 2022, a tradicional sardinhada na Trafaria, do  grupo de colegas do Curso de Gestão do Iscte.

O grupo  era relativamente pequeno, mas muito animado o que permitiu um salutar convívio!

Junta-se prova fotográfica do evento, que todos vós podereis comentar, ou fazer sugestões, diretamente no Blogue, bastando para o efeito de clicarem em  "Comentar", no final das fotos.

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Fotos: © 2022 Armando Isaac

 

 

 

29
Jun22

50 Anos do ISCTE

Armando Isaac

No dia 28 de Junho de 2022, realizou-se o Grande Encontro dos estudantes que terminaram os seus cursos entre 1975 e 1989, comemorativo dos 50 anos do Iscte.

O programa inicou-se pelas 19h00 com o acolhimento, seguido de visitas guiadas ao campus, após o que foram dadas as boas vindas a todos os participantes. Seguiu-se uma interessante actuação da Tuna do Iscte, após o que foi servido o jantar. Findo este seguiram os discursos, sobre projectos de futuro, pela Reitoria do Iscte e Direção do Alumni Clube do Iscte, após o que houve momentos de animação, concursos e abertura da pista de dança.

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Fotos: © 2022 Armando Isaac

 

 

17
Mai22

As Sete Saias

Armando Isaac

As sete saias fazem parte da tradição, do mito e das lendas desta terra tão intimamente ligada ao mar. Diz o povo que representam as sete virtudes; os sete dias da semana; as sete cores do arco-íris; as sete ondas do mar, entre outras atribuições bíblicas, míticas e mágicas que envolvem o número sete. 

A sua origem não é de simples explicação e a opinião dos estudiosos e conhecedores da matéria sobre o uso de sete saias não é coincidente nem conclusiva. No entanto, num ponto todos parecem estar de acordo: as várias saias (sete ou não) da mulher da Nazaré estão sempre relacionadas com a vida do mar. As nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí muitas horas de vigília. Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para protegerem a cabeça e ombros do frio e da maresia e as restantes a taparem as pernas, estando desse modo sempre “compostas

O traje da mulher nazarena é notável pela sua beleza e harmonia. De trabalho ou de festa, o traje reflecte não só a forte personalidade das nazarenas, mas adapta-se também à sua lida diária – amanho, venda e seca de peixe. É por isso prático, funcional e protector do frio e da maresia, permitindo-lhes movimentos desembaraçados, mas mantendo-as sempre compostas.

No traje de trabalho as mulheres usam saia de baixo branca, por cima desta 2 ou 3 saias de flanela colorida caseadas a lã; algibeira; saia de cima de caxemira ou terilene ; avental de “riscado”, de cor escura e com bolsos; casaco ou blusa simples; cachené; xaile traçado e chinelas ou descalças. 

Fonte: Google

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Fotos: © 2022 Armando Isaac

 

 

16
Mai22

Rancho TÁ-MAR

Armando Isaac

Este Rancho, criado em 1934 por Carlos Ferreira com o nome de Rancho da Nazaré, mais tarde foi estruturado etnográficamente pelo Dr. José Maria de Carvalho Júnior, Médico, pessoa muito culta e estudiosa, amigo desta terra e do seu povo. Foi o Dr. Carvalho quem elaborou a parte principal do repertório deste Rancho, quando, nas suas horas vagas, andando de porta em porta e falando com as pessoas mais idosas desta terra, foi tomando nota das danças e cantares dos velhos tempos. Mais tarde o Rancho ficou entregue aos cuidados de Eduardo Isaac que manteve a sua orientação acompanhado por Eleutério de Sousa Neves , Manuel de Oliveira Meca e Júlio Curado.

Foi, a partir de 1936, aquando da sua primeira exibição no Teatro Nacional D. MARIA II, em Lisboa, na festa de homenagem ao ilustre escritor Dr. Alfredo Cortês e estando em cena a peça da sua autoria “TÁ-MAR”, dedicada à Nazaré e ao seu povo, que este grupo adoptou o nome de Rancho Folclórico “TÁ-MAR”. Este Rancho, que, pela sua genuídade, é considerado o mais típico de Portugal, tem por finalidade manter vivas e dar a conhecer ao mundo as tradicionais danças e cantares da Nazaré, que tanto interesse despertam, pela sua alegria e pelo seu sabor especial a coisas das gentes do mar.

Fonte: Google

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11
Mai22

Extração do Mármore de Estremoz

Armando Isaac

Os mármores são rochas formadas dentro da terra por meio do esfriamento do magma. No interior da terra, após uma camada de manto, localiza-se uma profunda camada de rocha derretida formada através de reações dos elementos radioativos, que acaba por sofrer um processo de decomposição. O material em decomposição libera uma intensa onda de calor que funde as rochas ao redor. Os acontecimentos geológicos, como o movimento de placas ou pressão, fazem com que essas rochas sejam empurradas para a superfície. Quando as rochas chegam à superfície da terra ocorre um resfriamento, originando assim rochas ígneas internas, entre elas o granito e o mármore.

O processo de extração do mármore tem início nas jazidas. As jazidas são reservas naturais em grandes montanhas rochosas, local onde as pedras estão em seu estado natural. Para o sucesso da extração, são necessários equipamentos apropriados e equipe profissional bem preparada, pois a atividade é delicada e requer segurança de pessoal e preservação das pedras no momento da extração.

Para se “fatiar” a rocha em um tamanho menor, diversas são as ferramentas utilizadas dentre elas: máquinas de fio diamantado, hidrobags, marteletes, brocas diamantadas, de entre outros.

O primeiro pedaço de rocha é chamado de bancada ou prancha, o qual tem uma medida aproximada de 12 metros de comprimento X 6m de altura X 1,80 de largura. Após retirada a bancada, a mesma será analisada por um profissional treinado que irá demarcar essa rocha em várias áreas para um novo recorte, onde desse recorte serão produzidos os blocos (cubos menores de pedras de aproximadamente 3 m x 1,8 m x 1,8 m). Para movimentar os blocos dentro das jazidas, do local da extração até o pátio de armazenagem, grandes tratores como maquinas pá carregadeiras são usadas.

Após essa etapa, os materiais são armazenados em grandes camiões adaptados para cargas pesadas e transportados com destino a indústria onde lá esses blocos serão transformados em chapas.

As chapas podem ser produzidas nos seguintes acabamentos: Polido (com brilho), levigado (sem brilho) e escovado (sem brilho). Após passado pelo processo de extração e industrialização o granito e mármore estarão prontos para ser comercializado por marmorarias que irão executar os projetos de pias, escadas, balcões, colunas, lareiras e até onde a criatividade permitir.

Os Mármores de Estremoz são calcíticos e apresentam numerosas variedades cromáticas e texturais (das quais se destacam os mármores brancos, tão apreciados na época romana) e incluem-se numa unidade geológica denominada de Complexo Vulcano-Sedimentar Carbonatado de Estremoz.

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Fotos: © 2022 Armando Isaac

 

 

10
Mai22

Museu do Mármore Raquel da Costa

Armando Isaac

O renovado Museu do Mármore Raquel da Costa situa-se na Pedreira da Gradinha em Vila Viçosa.

É um espaço museológico desenhado com o objectivo de dignificar o mármore, bem como dar a conhecer todo o processo relacionado com a extracção e transformação desta rocha ornamental.

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Fotos: © 2022 Armando Isaac

 

 

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