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#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

18
Dez21

Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas

Armando Isaac

Odrinhas é o local mais importante em termos de presença Romana em Sintra, Portugal. Para além do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas, o sítio de Odrinhas possui uma variadíssima multiplicidade de vestígios romanos e de outras épocas subsequentes que atestam a permanência da presença humana no local pelo menos desde o século I a. C. até à actualidade. Esta persistência é tanto mais curiosa quanto se verifica numa zona onde não se conhece nenhum aglomerado importante. O núcleo urbano mais próximo situava-se em Faião, a urbe romana de maior importância do Município Olisiponense, logo a seguir a Olissipo. Existem ainda vestígios de uma via romana que ligaria Odrinhas a Faião. As ruínas de Odrinhas estão classificadas como "Imóvel de Interesse Público" desde 30/11/1950.

Em Odrinhas, da época romana fazem parte quase todos os muros e compartimentos actualmente visíveis no local, e que são vestígios de uma villa fundada durante a segunda metade do século I a. C. Sobre esta villa primitiva, construir-se-ia, já no século IV d. C., uma outra de que faz parte um pavimento em mosaico monocromático de desenho geométrico, ainda hoje visível ao lado da capela de S. Miguel.

O Museu, designado inicialmente Museu Arqueológico Prof. Dr. Joaquim Fontes, foi construído a partir das ruínas com o objectivo de receber os vestígios provenientes daquelas. A riqueza do espólio encontrado na região, do qual se destaca uma das maiores colecções epigráficas conhecidas, depressa obrigou à construção de um anexo alpendrado e à utilização de espaços exteriores. Há alguns anos, a Câmara Municipal de Sintra, proprietária do Museu, decidiu remodelar o local, construindo um complexo museológico que alberga o espólio do antigo museu, uma biblioteca especializada, auditório, gabinetes de estudo, serviços de restauro, para além de várias áreas de lazer. Odrinhas é agora um local de passagem obrigatório para o conhecimento não só da presença romana, mas de toda a antiguidade sintrense.

Fonte: Wikipédia

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Fotos: © 2021 Armando Isaac

 

 

17
Dez21

Quinta da Regaleira - O Poço Iniciático

Armando Isaac

Quinta da Regaleira

O Palácio da Regaleira é o edifício principal e o nome mais comum do palácio da Quinta da Regaleira. Também é designado Palácio do Monteiro dos Milhões, denominação esta associada à alcunha do seu primeiro proprietário António Augusto que foi distinguido pelo rei Dom Carlos I em 16 de agosto de 1904 como barão de Almeida.

O palácio está situado na encosta da serra e a escassa distância do Centro Histórico de Sintra, estando classificado como Imóvel de Interesse Público desde 2002. O mesmo forma parte integral da paisagem cultural de Sintra, classificada como Património Mundial da UNESCO em 1995.

Poço Iniciático

É uma galeria subterrânea com uma escadaria em espiral, sustentada por colunas esculpidas, por onde se desce até ao fundo do poço. A escadaria é constituída por nove patamares separados por lanços de 15 degraus cada um, invocando referências à Divina Comédia de Dante e que podem representar os 9 círculos do Inferno, do Paraíso, ou do Purgatório. Segundo os conceituados ocultistas Albert Pike, René Guénon e Manly Palmer Hall é na obra A Divina Comédia que se encontra pela primeira vez exposta a Ordem Rosacruz. No fundo do poço está embutida, em mármore, uma rosa dos ventos (estrela de oito pontas: 4 maiores ou cardeais, 4 menores ou colaterais) sobre uma cruz templária, que é o emblema heráldico de Carvalho Monteiro e, simultaneamente, indicativo da Ordem Rosacruz.

O poço diz-se iniciático porque se acredita que era usado em rituais de iniciação à maçonaria e a explicação do simbolismo dos mesmos nove patamares diz-se que poderá ser encontrada na obra Conceito Rosacruz do Cosmos.

A simbologia do local está relacionada com a crença que a terra é o útero materno de onde provém a vida, mas também a sepultura para onde esta voltará. Muitos ritos de iniciação aludem a aspectos do nascimento e morte ligados à terra, ou renascimento. A existência de 23 nichos localizados por debaixo dos degraus do poço iniciático representava um dos muitos mistérios da referida construção. No dia 29 de Dezembro de 2010, o professor Gabriel Fernández Calvo da Escola Técnica Superior de Engenheiros de Caminhos, Canais e Portos da Universidad de Castilla-La Mancha em Ciudad Real, quando visitava o poço acompanhado de outros professores da UCLM, observou que os 23 nichos não estão colocados por acaso, pois encontram-se agrupados em três conjuntos de 17, 1 e 5 nichos separados entre si à medida que se desce ao fundo do poço. Esta organização não é aleatória e provavelmente refere-se ao ano 1715 em que Francisco Albertino Guimarães de Castro comprou a propriedade (conhecida como Quinta da Torre ou do Castro) em hasta pública.

O poço está ligado por várias galerias ou túneis a outros pontos da Quinta, a Entrada dos Guardiães, o Lago da Cascata e o Poço Imperfeito. Estes túneis, outrora habitados por morcegos afastados pelos muitos turistas que visitam o local, estão cobertos com pedra importada da orla marítima da região de Peniche, pedra que dá a sugestão de um mundo submerso.

Fonte: Wikipédia

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Fotos: © 2021 Armando Isaac

 

 

14
Out21

Santuário de N. S. da Nazaré

Armando Isaac

O Santuário de Nossa Senhora da Nazaré, também referido como Igreja de Nossa Senhora da Nazaré, fica situado no Sítio da Nazaré, um bairro da Vila da Nazaré (Portugal). No seu interior, guarda-se a Sagrada imagem de Nossa Senhora da Nazaré, uma Virgem Negra, esculpida em madeira, trazida de Mérida para este Sítio, no ano de 714.

Fonte: Wikipédia

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Fotos: © 2021 Armando Isaac

 

06
Out21

Parque dos Poetas

Armando Isaac

O Parque dos Poetas é um parque urbano em Oeiras, um dos Espaços Verdes da Grande Lisboa. Também considerado um “museu ao ar livre” de arte escultórica, o único em Portugal. Neste espaço paisagismo e escultura incorporam poesia.

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David Mourão-Ferreira 1927_1996

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Eugénio de Andrade 1923_2005

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Manuel Alegre

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Carlos de Oliveira 1921_1981

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Sophia de Mello Breyner Andresen 1919_2004

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Miguel Torga 1907_1995

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Vitorino Nemésio 1901_1978

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José Régio 1901-1969

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José Gomes Ferreira 1900_1985

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Camilo Pessanha 1867_1926

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Florbela Espanca 1894_1930

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Mário de Sá Carneiro 1890_1916

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Teixeira de Pascoais 1877_1952

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Alda do Espirito Santo - São Tomé e Principe 1926_2010

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João Barbosa - Cabo Verde 1902_1971

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Alda Lara - Angola 1930_1962

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João de Deus 1830_1896 (evocação)

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Soares dos Passos 1826_1860

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Antero Quental 1842_1891

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Gomes Leal 1848_1921

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Cesário Verde 1855_1886

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António Nobre 1867_1900

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Natália Correia 1923_1993

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Fernando Pessoa 1888_1935

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Alexande O'Neill 1924_1986

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António Ramos Rosa 1924_2013

Fotos: © 2021 Armando Isaac

 

22
Set21

Aldeia da Mata Pequena

Armando Isaac

Mata Pequena é uma aldeia do concelho de Mafra, notória pela sua arquitetura tradicional. Situa-se na encosta do Penedo do Lexim, perto de Cheleiros, freguesia à qual pertenceu antes da reforma administrativa de 2013. Encontra-se separada da aldeia da Mata Grande pela ribeira homónima, um afluente do rio de Cheleiros.

A Aldeia da Mata Pequena, no concelho de Mafra, era uma aldeia esquecida pela civilização, onde ainda habitavam aldeões que mantinham as vivências e tradições de sempre. Preservando a natureza e essência deste local, a recuperação fez renascer na perfeição um espaço que mantém intacto o gosto de outros tempos. Este pequeno povoado rural, composto por 13 casas, fica a apenas 30 minutos de Lisboa, mas bem longe do rebuliço da capital. Os hóspedes têm como vizinhos alguns residentes permanentes na aldeia e, por isso mesmo, não se trata de uma aldeia museu, mas sim de um local com vida própria, onde se tem a possibilidade de contactar directamente com os usos, costumes e fainas diárias da vida rural.Aldeia da Mata Pequena.

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Fotos: © 2021 Armando Isaac