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#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

#MOMENTOS

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26
Jan12

À descoberta da Índia - Forte de Agra e Fatehpur Sikri (6)

Armando Isaac

{#emotions_dlg.default}{#emotions_dlg.default}Forte de Agra

 

O forte de Agra é rodeado por altos muros de grés vermelho. Foi construído por sucessivos imperadores, desde os anos de 1570 até ao século XVII, e combina os muros e portas de azulejos de Akbar com a delicada Moti Masjid (Mesquita das Pérolas) de Shah Jahan e palácios outrora elegantes.


 

 

Entrada do Forte de Agra

 

  

O Taj Mahal e o rio Yamuna, vistos do Forte de Agra


  

Páteo interior


 

Páteo interior


 

Varanda virada para o Taj Mahal


 

Sala de márnore


 

Salaão de mármore

 

  

Salão de mármore


  

Páteo interior


 

Vista para o Taj Mahal


  

Arcadas


  

Local reservado ao Imperador


 

Arcadas


 

Bonita e simpática jovem


 

Bonita e simpática jovem

 

 

 Fotos: © Armando Isaac

 

 

 

Fatehpur Sikri

 

A cerca de 37 Km a oeste de Agra, encontram-se as ruínas da ambiciosa cidade, construída por Akbar, por volta de 1570-1585, mas virtualmente abandonada ao longo dos vinte anos seguintes, por razões de estado, e não, como diz a lenda, devido à escassez de água. Os delicados palácios em grés vermelho foram cuidadosamente restaurados e a cidade é um destino turístico, pela sua ambiência.

 


 

Historia de Fatehpur Sikri

 

 

Jardim Interior


 

Jardim interior


  

Mesquita


  

Interor da mesquita


  

Interior da mesquita


 

Interior da mesquita

 

 

Fotos: © Armando Isaac


21
Jan12

À descoberta da Índia - Agra; Taj Mahal (5)

Armando Isaac

Agra

 

A proeminência de Agra, deve-se a um único monumento, o Taj Mahal. Trata-se da glória da Índia mongol, com a sua fachada de mármore branco, as cúpulas e os minaretes emanando uma aura de grandeza, que está muito longe da realidade da Índia actual. Construído como uma expressão de amor, está hoje rodeado de uma cidade poluída e industrializada de quase dois milhões de habitantes.

A história de Agra começou quando o Sultão Sikander Lodi transferiu a sua capital, de Deli para cá, em 1504, para vigiar mais de perto o seu reino vasto mas propenso a guerras a sul. A cidade ergue-se nas margens orientais do rio Yamuna, mas 22 anos mais tarde, o sultanato era esmagadoramente derrotado por Barber, o primeiro imperador mongol, e pelo seu filho, Humayun. Com a construção do forte pelo filho de Humayun, Akbar, Agra retomou o seu lugar de capital, desta vez do império mongol. Assim continuou mais um século, excepto durante o curto e malfadado interlúdio de Fatehpur Sikri. No século XVII, Shah Jahan construiu as sua penas de amor, o Taj Mahal, em Agra, mas as suas ambições levaram-no a desenvolver Deli e a mudar-se para a sua Fortaleza Vermelha ampliada. Foi contudo no Forte de Agra que acabou os seus dias, aprisionado pelo seu cruel filho, Aurangzeb. Este último imperador mongol adoptou definitivamente Deli como capital e Agra foi mais tarde conquistada pelos Jatis, Maratas e, em 1803, pelos ingleses.

 

Taj Mahal

 

O Taj Mahal foi construído por Shah Jahan, em memória da sua esposa favorita, Mumtaz Mahal, que morreu ao dar à luz o seu 14º filho. O desolado imperador determinou-se a construir um mausoléu inultrapassável e, 22 anos mais tarde, em 1653, depois de serem transportadas toneladas de mármore de Jodhpur e pedras semipreciosas de toda a Ásia para o local por elefantes, a obra-prima foi concluída. Consta-se terem trabalhado na obra cerca de 22 000 artífices e operários. 

Shah Jahan foi encarcerado pelo seu filho e passou os últimos oito anos da sua vida a elanguescer no Forte de Agra, de onde podia contemplar o túmulo da sua mulher, ao lado de quem foi enterrado, quando morreu, em 1666.

Por mais imagens que possa ter visto do Taj Mahal, a realidade continua a ser surpreendente, a escala estupenda e a superficie em mutação com a luz. As horas ideais para o visitar são o nascer e o pôr do Sol, quando o mármore branco translúcido parece flutuar numa luz suave, muitas vezes nublada, com o seu reflexo cintilando ao longo do canal de água que atravessa os jardins.

Os jardins evocam, no típico estilo mongol, um paraíso islâmico de paz. Estão seccionados em quadrantes através de canais de água e ladeados por arbustos em flor e árvores frondosas. A sua simetria reflecte-se nos dois edifícios que flanqueiam o túmulo: a Oeste, uma mesquita de mármore e grés e a Leste a jawab (resposta) que lhe dá um equilibrio visual. Esta pureza simétrica continua nos quatro esbeltos minaretes, com mais de 40 metros, em cada canto da plataforma quadrada, e nos quatro zimbórios em redor da “pérola” central.

 

No interior, os túmulos verdadeiros estão na catacumba, enquanto os túmulos “públicos” profusamente trabalhados estão por baixo do altivo zimbório. Alinhado com a de entrada principal, o túmulo de Mumtaz é adjacente, de um dos lados, ao túmulo maior de Shah Jahan.

 

O Taj Mahal foi classificado pela UNESCO, como Património da Humanidade.

Em 7 de Julho de 2007, foi celebrado em Lisboa, como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo.

 

Darwaza de acesso ao Taj Mahal às 06h13

Darwaza de acesso ao Taj Mahal às 06h15

 

Darwaza com caminho de acesso ao Taj Mahal às 06h51

 

Taj Mahal às 06h19

 

Taj Mahal, o canal e os jardins às 06h22

  

Taj Mahal às 6h25

Reflexo do Taj Mahal às 06h39 

 

Taj Mahal, o canal e os jardins às 06h39

Taj Mahal e o seu reflexo às 06h49 

 

Taj Mahal e o seu reflexo às 06h50

 

Taj Mahal e o seu reflexo às 06h51

 

Taj Mahal e o seu reflexo às 06h52

 

Taj Mahal e o seu reflexo às 06h52

 

Taj Mahal e o seu reflexo às 06h53

  

Taj Mahal e o seu reflexo às 06h54

 

Simetria entre o Taj Mahal e o seu reflexo às 06h54

 

Jardins do Taj Mahal às 06h56 

 

Jardins do Taj Mahal às 07h00

 

Jardins do Taj Mahal às 07h02

 

Jardins do Taj Mahal e a Masjid (mesquita) a oeste às 07h03

 

Jardins do Taj Mahal às 07h06

 

Páteo a Leste do Taj Mahal às 07h09

 

Arcada da Jawab ("resposta"), usada provavelmente como hospedaria às 07h11

 

Do lado Leste do Taj Mahal, a Jawab ("resposta") usada provavelmente como hospedaria - 07h12

 

Portão da Jawab às 07h13

 

Portão da Jawab às 07h15

 

Traseiras do Taj Mahal nas marges do rio Yamuna às 07h20

 

A Oeste do Taj Mahal, o Masjid (a Mesquita) às 07h22

 

Portão da Masjid às 07h25

 

Túmulos de de Mumtaz Mahal e Shah Jahan - 07h32

Darwaza, os jardins, os canais e caminhos de acesso às 07h36

 

Fotos: © Armando Isaac

 

 

 

17
Jan12

À descoberta da Índia - Orchha (4)

Armando Isaac

Orchha situa-se numa ilha do rio Betwa, num bonito cenário com florestas. Foi fundada no século XVI, pelo governante rajaputa Rudra Pratap e depois abandonada no século XVIII. Fica junto a uma aldeia tradicional, que parece ter parado no tempo, mas que continua em plena actividade, com um mercado animado e vários hotéis, encontram-se palácios evocativos, templos e cenotáfios chhatri.

O complexo fortificado é acessível através de uma ponte, que vai dar ao Raj Mahal, construído por Madhukar Shah. Possui sóbrias fachadas encimadas por chhatris e contém um interior extraordinário. Os traços decorativos mais extraordinários são os subtis murais retratando os mitos hindus e a vida da corte,alguns ainda em condições impecáveis. Ainda mais rico na sua decoração é o mais tardio Jehangir Mahal, construído para comemorar a visita do imperador mongol, no século XVII.

 
Porteiro do Orchha Resort
 
Flautista do Orchha Resort
 
Homem santo
Homem Santo
 
Fachada do Fort Complex
 
Ponte de acesso ao Fort Complex
 
Portão principal do Fort Complex
 
Fort Complex
 
Macacos no Jardim do Fort Complex
 
Hotel do Fort Complex
 
Porta com canhões
 
Portão interior
 
Vista geral do Palácio
 
Pátio interior
 
Telhados do Palácio
 
Arredores do Fort Complex
 
Vista geral do Palácio
 
Rio Betwa
 
Vista geral do Palácio
 
Olhar discreto
 
Vista geral do Palácio
 
Auto - riquexó
 
Mural interior
 
Mural interior
 
Mural interior
 
Salas interiores do Palácio
 
Homem santo
 
Mulheres
 
Barbeiro
 
Estação de combóios de Jhansi
Fotos: © Armando Isaac
 
14
Jan12

À descoberta da Índia - Kajuraho (3)

Armando Isaac

Khajuraho é um dos pontos altos da rota do norte, oferecendo uma variedade de templos “eróticos” elaboradamente esculpidos, numa paisagem rural tranquila.

Os criadores deste esplêndido património foram os Chandelas, considerados de origem rajaputa, que se tornaram uma dinastia poderosa durante o século IX. Esquecidos durante séculos e engolidos pela vegetação, os templos foram redescobertos por um engenheiro britânico, em 1835. Do total de mais de 80 templos, apenas sobraram 22 e a cidade, em tempos próspera, está reduzida a uma extensa aldeia, altamente dependente da indústria turística.

 

O estilo shakti

 

Embora Xiva domine, alguns templos de Khajuraho são dedicados a Vixnu e há vestígios de budismo, jainismo, do culto do Sol e de cultos animistas. Todos estão esculpidos em grés e estavam outrora revestidos de gesso branco, com as torres múltiplas concentradas em torno da altiva shikhara principal, sugerindo a montanha sagrada e evocando o estilo de Orissa. Por baixo, situa-se o santuário contendo a divindade do templo, com uma passagem que contorna alpendres laterais e um mandapa (salão) frontal, com figuras esculpidas e frisos. Cada templo está implantado numa plataforma, permitindo aos fiéis que contornem o edifício e vejam de perto os complexos entalhes.

Khajuraho é sobretudo famosa pelos motivos eróticos, mas estes constituem apenas cerca de um décimo do total. Julga-se que os templos foram construídos para celebrar episódios do casamento de Xiva e Parvati (ou shakti, a força feminina divina). Daqui emana o culto tântrico, que venera a activação das forças masculinas através da união sexual com shakti.

 

A Busca do Prazer

 

“Num país onde o culto do linga é fonte de fé religiosa e as suas manifestações se vêem em períodos muito iniciais das civilizações, as esculturas eróticas não passam de uma continuação dessa tradição, que aceita a procriação como uma função fundamental da vida. A presença de esculturas eróticas revela que não existem tabus nem inibições relativamente ao sexo, como hoje existem. A Kama ou busca do prazer, era considerada um dos quatros purusharthas ou objectivos legítimos da vida, para um Grahast, da mesma forma que era vista como um ponto de partida em direcção à moksha (salvação)”. Autor anónimo, Khajuraho.

 

O grupo de monumentos de Khajuraho está classificado pela Unesco, como Património Mundial.

 

 

 

 

 Templo Chaturbhuj

 

 

 Fachada do Templo

 

 

 Sedução

 

 

 Cena erótica

 

 

 Cenas eróticas

 

 Erotismo

 

 

 Esculturas

 

 

 Painel erótico

 

Painel erótico

 

Elegância

 

 

 Cenas eróticas

 

 

 Painel erótico

 

 Esculturas no interior do Templo

 

 

 Altar

 

Templos

 

Painel erótico

 

Painel erótico

 

 

Templo Parswanath

 

Templo Parswanath

 

 

 Cenas eróticas

 

 

 Esculturas

 

 

 Cena erótica

 

Escultura

 

Jardins do Templo Parswanath

 

 

Guarda do Templo

 

 

Trânsito na avenida em Khajuraho

 

Esculturas - Templo Adinath

 

  

 Escultura - Templo Adinath

 

 

Erotismo - Templo Adinath

 

 

Templo Adinath                                                                                              Fotos: © Armando Isaac

 

08
Jan12

À descoberta da Índia - Varanasi (2)

Armando Isaac

Varanasi é o mais sagrado dos locais sagrados da Índia. É uma cidade com um estatuto praticamente sem paralelo na mitologia hindu. Para Mark Twain, "Varanasi é  mais antiga do que a história, mais antiga do que a tradição, mais antiga até do que a lenda e parece duas vezes mais antiga do que todas elas juntas". Ainda hoje, congestionada com milhares de turistas e peregrinos, Varanasi transmite esta sensação. Mais do que qualquer outra cidade indiana, encarna as complexidades incomparáveis dos rituais e cultos hindus. Cerca de dois milhões de habitantes incluem  o número estimado de 50 0000 brâmanes e, todos os anos, o número de peregrinos facilmente rivaliza com a população residente.

 

As águas sagradas do rio Ganges estão visivelmente poluídas. Em 1985 o Plano de Acção do Ganges procurou realizar a maior limpeza de sempre na Índia, mas o controle deficiente, o excesso de gastos, o progresso lento e a corrupção combinaram-se para produzir resultados terríveis. Em Varanasi mais de 28 0000 tartarugas foram introduzidas no Ganges para se alimentarem do cadáveres poluentes. A maioria foi caçada ilegalmente e o viveiro de tartarugas não contém hoje um único residente.

 

Ao longo da margem do Ganges há mais de 100 ghats, um pólo de atracção dos hindus vivos, moribundos e mortos. Alguns ghats têm uma função social e é aí que os residentes conversam enquanto executam as suas abluções. Outros são locais de rituais religiosos. Os velhos abundam, porque morrer em Varanasi, nas margens do Ganges, atinge a moksha (salvação). A regra é começar às quatro horas, se quiser juntar-se ao grupo de fiéis e residentes que, antes do nascer do Sol, se banham, meditam e lavam a roupa.

 

Barcos carregados de turistas fotografam sem parar estas imagens, na luz suave e rosada da alvorada, enquanto centenas de velas pousadas em folhas flutuam na água.

 

O Manikarnika Ghat, o principal crematório de Varanasi e primeiro ghat de pedra, foi construído em 1302. Nos degraus, encontra-se um enorme ligam e, por detrás, está empilhada a madeira, que é cuidadosamente pesada para cada pira. Antes da cremação, o cadáver amortalhado efectua o seu último mergulho no Ganges.

 

Varanasi produz sedas e brocados fabulosos, apresentando as lojas uma gama enorme de écharpes, saris e tecidos de alta qualidade com debruns a ouro ou motivos tecidos, que criam brocados cintilantes.

 

 Barbearia  de rua

 

Transito na avenida

 Transito na avenida

 

 

Velho peregrino

 

 Velho peregrino

 

 

Meditação à beira do Ganges

 

 Anoitecendo no Ganges

 

 

Manikarnika Ghjat - Cremação

 

 Manikarnika Ghat - Cremação

 

 

 Dabaswamedh Ghat

 

Colorido cerimonial religioso

 

Cerimonial religioso à beira do Ganges

 

 

Cerimonial religioso à beira do Ganges

 

 Cerimónial religioso à beira do Ganges

 

 

Cerimonial religioso à beira do Ganges

 

 Cerimonial religioso à beira do Ganges

 

 

Festival de Deus a Durga

 

 Banho matinal no Ganges

 

 

Banho matinal no Ganges

 

 Velas pousadas em folhas flutuando na àgua

 

 

Meditação

 

 Rio acima

 

Passeio à beira rio

 

 

Banho matinal

 

Crematório secundário

 

 

Nascer do sol no Ganges

 

 Dabaswamedh Ghat

 

Manikarnika Ghat - Crematório principal

 

 

Oração após banho no Ganges

 

Tecelão

 

 

Sedas e brocados

 

Saris

Fotos: © Armando Isaac

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