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#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

28
Jun15

Vhils - pintor e grafiteiro

Armando Isaac

Alexandre Farto ou Vhils, como é conhecido na cultura graffiti, é um pintor e grafiteiro português, conhecido pelos seus "Rostos" esculpidos em paredes.
Nasceu em Lisboa em 1987. Terminou os seus estudos em 2008 na University of the Arts em Londres.
Iniciou-se em pintura em 1998 com apenas onze anos. Pintava muros de ruas e comboios da margem sul do rio Tejo.
Como artista urbano, mais recentemente, sendo as suas obras, o fruto do seu ideário e o mundo que o envolve. Este artista de Lisboa, a partir das suas raízes do graffiti/street art tem vindo a explorar novos caminhos dentro da ilustração, animação e design gráfico, misturando o estilo vectorial com o desenho à mão livre, aliado a formas contrastadas e sujas, que nos remetem para momentos épicos.
Em 2011, desenvolveu uma técnica usando explosivos, grafite, restos de cartazes e até retratos feitos com metal enferrujado para criar retratos e frases. Existem trabalhos seus espalhados por vários locais do mundo como as cidades portuguesas de Lisboa, Porto e Aveiro, além de capitais como Londres, Moscovo, Bogotá, e cidades como Medellín, Cali (na Colômbia), Nova York, Los Angeles, Grottaglie (sul da Itália)."
Em 2012, recriou uma guitarra portuguesa para a colecção Tudo isto é... autores da Malabar.
A 10 de Junho de 2015, foi feito Cavaleiro da Ordem Militar de Sant'Iago da Espada.

Fonte: Wikipédia - pintor e grafiteiro

 

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Fotos: © 2015 Armando Isaac

28
Jun15

Escaroupim, rio acima

Armando Isaac

Escaroupim é uma típica aldeia piscatória, formada em meados dos anos 30. Alves Redol chamou “nómadas do rio” a estas famílias que durante os meses de inverno se deslocavam de Vieira de Leiria para o rio Tejo, para as campanhas de pesca de inverno, regressando no verão à sua terra natal, para pescar no mar. Alguns destes pescadores foram ficando pelas margens do Tejo, formando pequenas povoações piscatórias ao longo do rio.

 

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Fotos: © 2015 Armando Isaac 

 

 

28
Jun15

Em Tons de Tango II

Armando Isaac

MOMENTO SEGUNDO: Os bastidores II

 

Com a audiência sentada e expectante, o show está quase a começar. Os artistas preparam os últimos detalhes e descontraem antes de se abrirem as cortinas. Testa-se o som e a harmonia dos músicos.

 

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Fotos: © 2015 Armando Isaac

28
Jun15

Em Tons de Tango

Armando Isaac

Em tons de Tango é um espectáculo que visa apresentar ao público uma ideia diferente de Tango. Uma ideia mais próxima da realidade e em que nos confrontamos com o facto de cada vez menos os tons de Tango serem apenas preto e vermelho.

A verdade é que são muitas as cores do Tango nos dias de hoje e cada uma destas cores tem os mais variadíssimos tons. Com a explosão do Tango Argentino por todo o mundo, esta dança representa hoje mais do que uma cultura, mais do que um sentimento, mais do que uma forma de estar na vida.

Em Tons de Tango vai revelar-nos o lado humano de cada bailarino e confrontá-lo com o se EU, o do artista, o do que dança a sua alma sob uma máscara de diferentes cores e tonalidades. E ao confrontar cada artista consigo próprio, conduzi-lo-emos inevitavelmente a um confronto com o artista ao seu lado e compreenderemos que no Tango, como na arte, como na vida, há e deve sempre haver lugar para a diferença, que essa diferença é cada vez mais acentuada e que saber apreciar o que é diferente e que, eventualmente, não se encaixa nos padrões pessoais daquele que aprecia, avalia e julga requerer uma compreensão mais profunda da vida, da arte e da dança.

 

MOMENTO PRIMEIRO: Os bastidores I

Eis o momento por detrás da cortina. A preparação. A ansiedade. A boa disposição. O medo. O conflito. o entusiasmo. Os diferentes estados de alma de quem se prepara para entrar no palco. Os sons. A partilha. A diferença. A aceitação. A compreensão. A entreajuda...

(do programa)

  

 

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                                   Fotos: © 2015 Armando Isaac

04
Jun15

Pomarão

Armando Isaac

Pomarão é uma pequena aldeia alentejana do concelho de Mértola, com muito pouca população. Faz fronteira com Espanha e fica situada na encosta, na margem esquerda do rio Guadiana, junto à confluência do rio Chança.

Em 26 de Fevereiro de 2009, foi inaugurada a Ponte Internacional do Baixo Guadina, sobre o rio Chança, que veio reduzir a distância por estrada à povoação de El Granado de 140 Km para apenas 12 Km.

Próximo do Pomarão fica igualmente a barragem do Chança, barragem espanhola utilizada para o abastecimento em água da costa de Huelva, da cidade de Huelva e da sua zona industrial.

Entre 1859 e 1860, a empresa proprietária da mina de São Domingos mandou levantar no Pomarão uma povoação, depósitos de mineral, terminal ferroviário e dois cais de embarque, onde atracavam os navios mineraleiros à vela e a vapor que subiam o Guadina desde a foz.

Dali partiam os navios carregados de minério (pirites) que vinham por via férrea desde a mina de S. Domingos, encerrada no início dos anos 70, para a CUF, no Barreiro, e para Inglaterra (por Vila Real de Santo António).

O minério chegava ao porto do Pomarão transportado por uma das primeiras linha de caminho-de-ferro construídas em Portugal (1858), apenas dois anos após a inauguração do troço Lisboa-Carregado.

O movimento do porto era elevado. Em 1864 apresentaram-se no Pomarão 563 navios para embarque de minério.

De referir que era considerado porto comercial, pois ficada situado no limite de navegabilidade do Guadina, com acesso a embarcações até cerca de 4 metros de calado.

Fonte: Wikipédia

 

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Fotos: © 2015 Armando Isaac  

 

02
Jun15

Mértola

Armando Isaac

É uma vila raiana do distrito de Beja, região do Baixo Alentejo, com mais de 2000 habitantes. Encontra-se situada numa elevação na margem direita do rio Guadiana, imediatamente a montante da confluência da ribeira de Oeiras.
Foi um importante porto fluvial, erguendo-se o seu castelo em posição dominante sobre aquele trecho do rio Guadiana. A sua importância era tal que, durante um curto período do século XI, foi capital de um emirado islâmico independente, a Taifa de Mértola.
Fonte: Wikipédia

 

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Fotos: © 2015 Armando Isaac

 

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