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#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

15
Nov18

Museu Cargaleiro - Piso II

Armando Isaac

No segundo piso a exposição apresenta obras de relevo do artista enquanto ceramista, numa retrospectiva pelo seu percurso e pelas técnicas utilizadas.

Encontra-se ainda uma área dedicada à Cerâmica Contemporânea, com a exibição de obras especiais e únicas de alguns dos mais prestigiados artista nacionais e estrangeiros.

(Excerto museu e turismo)

 

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Fotos: © 2018 Armando Isaac

 

14
Nov18

Museu Cargaleiro - Piso I

Armando Isaac

A partir do núcleo originário, que se mantém, o Museu Cargaleiro foi ampliado para um edifício contíguo de construção contemporânea, com 3 pisos, ampliando o espaço destinado ao estudo e conservação da Coleção.

Actualmente estão expostas obras de Manuel Cargaleiro, dispostas pelos 3 pisos. No primeiro piso encontram-se alguns núcleos que apresentam as diversas fases do artista, com principal destaque para a área da pintura, com recurso a diversas técnicas e suportes, desde a década de 50 até à actualidade.

(Excerto museu e turismo)

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DSC_6264_02.jpgFotos: © 2018 Armando Isaac

 

 

13
Nov18

Museu Cargaleiro - Cerâmica

Armando Isaac

O Solar dos Cavaleiro, edifício dos meados do Séc. XVIII acolhe desde 2005 o Museu Cargaleiro.

Neste edifício histórico encontra-se actualmente exposta uma mostra de cerâmica popular, que data essencialmente do Século XIX, designada por Cerâmica Ratinha, que ocupa uma posição particular no âmbito da cerâmica nacional, bem como uma ligação muito próxima ao território albicastrense. Encontra-se também exposta uma mostra da Cerâmica de Triana, com obras do Séc. XIX oriundas de Triana, em Sevilha, que se apresentam com formas e cores distintas das peças anteriores e demonstram as influências geográficas e culturais na produção da cerâmica.

(Excerto museu e turismo)

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DSC_6231_01.jpgFotos: © 2018 Armando Isaac

 

11
Nov18

Jardim do Paço Episcopal

Armando Isaac

O antigo Paço Episcopal (actual Museu) foi mandado construir nos finais do séc. XVI, para residência de Inverno, por D. Nuno de Noronha, Bispo da Guarda. Mas, só em meados do séc. XVIII (1721) D. João de Mendonça, funda os jardins anexos ao palácio, sob evocação de S. João Baptista.

Foi, no entanto, o segundo Bispo de Castelo Branco, D. Vicente Ferrer da Rocha que teve a responsabilidade do seu embelezamento, traduzido na traça que, actualmente ainda mantém.

Inspirado nos jardins barrocos da época mandou, este Bispo, colocar estatuária em granito, elaborada em cantaria local, entre as vária alamedas de buxo.

Como local de introspecção e meditação, que se pretendia que fosse, a temática dessa mesma estatuária passa por variados temas, todos eles com ligação à mitologia, ao universo e à religião. Tudo isto se funde lembrando a efemeridade da vida e o carácter contemplativo do Jardim.

Composto por três pisos onde, para além da estatuária, destaca-se a relevância de um outro elemento do universo: a água.

No último piso, o grande lago encimado pela cascata de Moisés constituiria o maior reservatório do jardim e iria permitir conduzir a água, por gravidade, a todos os outros lagos.

O acesso à plataforma localizada no plano inferior poderá através da escadaria ladeada por estátuas de Apóstolos que, passando pelo lago das coroas, lhe permite o acesso à sua oponente, escadaria dos Reis (de D. Afonso Henriques a D. José). Como detalhe irónico, na base desta escadaria estão os Filipes da terceira Dinastia e o Cardeal-Rei, de costas para a mesma e em ponto muito mais pequeno.

Num plano ligeiramente inferior a este piso, de salientar outro lago “O Jardim Alagado” cuja perspectiva é mais curiosa quando visto do piso superior.

Logo no piso de entrada dos Jardins, o mais recente e por isso de menos interesse histórico, encontram-se representados em azulejo, fotografias dos fundadores do mesmo, bem como uma representação do Castelo e da cidade medieval retirada do livro de Duarte D’Armas.

in Turismo

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Fotos: © 2018 Armando Isaac

10
Nov18

Castelo Branco

Armando Isaac

Situada numa posição central entre o norte e o sul de Portugal, Castelo Branco marca a fronteira de duas regiões culturais desde remotos tempos distintas: o mundo do granito e o mundo do xisto. Local de ocupação humana que remonta á idade do Bronze foi, contudo, a partir dos conturbados tempos da história medieval peninsular, com a construção continuada de fronteiras, que Castelo Branco assume relevante papel regional. A partir do foral de Pedro Alvito (séc. XIII), Mestre dos Templários, o sítio desenvolve duas importantes funções: a defesa e o ruralismo, realidades bem patenteadas num desenho do século XVI. Atentando ao perfil do burgo, desenhada por Duarte D’Armas, compreende-se a evolução urbana da cidade, que teve como núcleo inicial a antiga alcáçova, situada no cimo da elevação onde Castelo Branco terá nascido. À volta do castelo templário o povoado foi ganhando novos espaços, estendendo-se pela encosta em direcção ao sopé.

Desses tempos, conservam-se as ruas que trepavam pela encosta em direcção ao castelo, com os seus portados decorados, e os seus nomes recordando antigas profissões.

In Turismo

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Fotos: © 2018 Armando Isaac

09
Nov18

Edmundo Pedro - Um Homem Bom da República e da Liberdade

Armando Isaac

Ontem dia 8 de Novembro de 2018, se fosse vivo, o Edmundo Pedro completaria 100 anos de vida.

A Fundação Centro Cultural de Belém evocou a memória deste grande cidadão e combatente da liberdade, promovendo una conferência em que foram oradores, Fernando Pereira, João Soares, Luís Osório, Paulo Almeida e Vasco Lourenço, moderados por Elísio Summavielle (Presidente da Fundação CCB).

A conferência do Paulo Almeida foi baseada no texto que se segue:

_ evocação de Edmundo Pedro

Há vidas, cujos dias, do nascimento à morte, pertencem, e só pertencem, a quem os viveu; sucede com a maioria de nós. Procurar a verdade dos dias da vida de alguém é arriscado, sem dúvida ilusório, e até certamente impossível. É apropriação indevida, é devassa, quase sempre reinvenção, profanação, roça mesmo o sacrilégio.

Mas há vidas --- a que alguns chamam “vidas exemplares”, quantas vezespor aí visando algum dividendo --- há vidas que, para além delas, perduram conscientemente em muitos de nós e medularmente no inconsciente colectivo; perduram num caso como no outro pelos seusefeitos, ora temperados ainda pelo pó dos afectos únicos ora sujeitos ao pó das nossas memórias na espera do sopro que o desvanecerá; ou enfim perduram, essas vidas exemplares, já só quase anonimamente e através dos efeitos da sua carga transformadora de humanidade.

Uma parte importante da nossa liberdade de quase meio século em Portugal é efeito de uma vida exemplar, que hoje evocamos, cada um à sua maneira e segundo a sua circunstância; nessa vida exemplar buscando convicções, força, alento, inspiração, um mapa-guia para agir contra as armas do medo e a praga da indiferença, que são afinal os maiores inimigos da Liberdade.

Edmundo Pedro, hoje é pó. Daquele pó que já foi e será rocha-guia no alto da montanha.

Paulo Almeida

Lisboa, Centro Cultural de Belém, 8 de Novembro de 2018

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Fotos: © 2018 Armando Isaac 

05
Nov18

Castelo do Rei Vamba

Armando Isaac

A lenda do rei Vamba, ou Maldição de Ródão, fala do amor adúltero de uma rainha cristã, que vivia no Castelo de Ródão, com um rei mouro residente do outro lado do rio. Diz a lenda que se namorava, sentados em cadeiras de pedra, situadas num e noutro lado das Portas de Ródão, enquanto o rei cristão andava na caça ou na guerra. Diz-se ainda que o rei mouro decidiu raptar a rainha cristã e para esse fim escavou um túnel, com início no Buraco da Faiopa, para passar por baixo do rio. Mas falhou o propósito e o túnel terminou a grande altitude, no morro sul das Portas de Ródão, onde existe uma cavidade que chamam Buraca da Moura.

O rei mouro acabou por fugir com a amante que atravessou o rio sobre uma teia de linho. Segundo a lenda, o rei Vamba conseguiu raptar a mulher. Esta foi julgada em tribunal familiar que a condenou á morte por despenhamento, presa a uma mó. Na queda a rainha lançou a seguinte maldição sobre Ródão: “ nesta terra não haverá cavalos de regalo, nem padres se ordenarão e putas não faltarão”. Por onde a rainha passou, arrastada pela mó, diz a lenda, jamais nasceu mato.

O local também conhecido por Castelo de Ródão, Castelo das Vila Ruivas, ou Castelo das Portas, chama a atenção para um monumento classificado, implantado na área do Monumento Natural das Portas de Ródão, um espaço de extraordinária beleza cénica e de grande importância estratégica, cruzamento de rotas e vias de comunicação, com destaque para as da transumância, entre a Serra da Estrela e o Alentejo e das invasões militares, dirigidas a Lisboa, que passaram o Tejo em Vila Velha de Ródão.

A sua origem pode estar relacionada com a doação do território da Açafa, por D. Sancho I, à Ordem do Templo, em 1199, embora se admita uma origem anterior.

Enquanto construção para fins militares, deve ser considerada como uma torre de vigia, embora mais complexa que o comum das estruturas. È constituído por uma torre e uma muralha fechada. A porta original da torro situa-se ao nível do andar superior. No lintel, da porta, existem cinco linhas gravadas e a cruz da Ordem do Templo.

Inicialmente, durante a Reconquista Cristã, teria como principais funções a vigilância da linha de fronteira do Tejo, das incursões muçulmanas provenientes do sul. A partir dos tempos modernos, o Castelo viria a ser utilizado, em particular nos séculos XVIII e XIX, como base de artilharia tendo em vista impedir a passagem do Tejo, de norte para sul e, consequentemente, a entrada no Alentejo, de acordo com uma rota de invasão através da Beira Baixa. Foi o que sucedeu durante a Guerra dos Sete Anos e na 1ª invasão Francesa, em 1807.

In inf. turística 

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 Castelo do Rei Vamba

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Portas de Ródão 

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Fotos: © 2018 Armando Isaac   

 

02
Nov18

Nisa

Armando Isaac

Nisa é uma bonita vila Alentejana, sede de município, caracterizada pelo seu típico alvo casario de faixa colorida a alegrar, numa região de calma e sossego, afamada pelos seus saborosos queijos de ovelha. 

 

Nisa tem origens muito antigas, tendo sido já habitada pelo homem desde a época Neolítica, conforme atestam os muitos vestígios neolíticos da região. A povoação ter-se-á desenvolvido a partir de um Castro no cimo do Monte de Nossa Senhora da Graça, tendo sido posteriormente habitada por Romanos, e por eles influenciada. 

 

Para além dos famosos queijos, Nisa é também famosa pelos tradicionais barros vermelhos, com as típicas cantarinhas e bilhas decoradas com pequenas pedras brancas com motivos florais, mas também as rendas de bilros e alinhavados. 

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Fotos: © 2018 Armando Isaac   

01
Nov18

Amieira do Tejo

Armando Isaac

O povoamento de Amieira do Tejo parece datar de épocas remotas e anteriores à fundação da Nacionalidade. Situa-se por volta do século XI ou XII a fundação da freguesia, cujo senhorio pertenceu inicialmente, à Ordem do Hospital. Os membros desta ordem foram assim os responsáveis por toda a acção de colonização do local. Alguns séculos mais tarde (século XVIII), a coroa apropriou-se do seu termo, doando-o ao grão-ducado do Crato, cujo grão-prior era o infante D. Pedro e, portanto, o donatário da povoação.

No início do século XVIII, Amieira era uma vila própera e desenvolvida, onde viviam cerca de setecentas pessoas.

Até 1957, a freguesia denominou-se apenas Amieira. Em 19 de Junho daquele ano , acrescentou-se a partícula "do Tejo" para dessa forma se distinguir de outras com o mesmo nome.

Dois monumentos merecem uma nota de destaque no património edificado da freguesia: o Castelo e a Capela do Calvário.

Quanto ao Castelo, terá sido construido por D. frei Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Crato, em meados do século XIV. Este era pai de Nuno Álvares Pereira, que aqui viveu durante alguns anos. Esquecida e abandonada, a fortaleza viria a ser restaurada em 1922 e classificada como monumento nacional. É hoje um dos mais belo monumentos do género em todo o distrito. Junto a uma das torres temos a Capela de S. João Baptista erguida no século XVI que tem no seu interior uma abóbada inteiramente formada por caixotões em esgrafito, técnica decorativa pouco comum em locais tão vastos.

A Capéla do Calvário, por seu lado, foi inaugurada em 1740 graças a uma disposição testamentária de Pedro Vaz Caldeira, sargento-mor da Amieira. Situada numa pequena eminência á entrada da povoação, tem a fachada principal com cunhais e guarnições de granito aparelhado. A porta principal é encimada por um frontão com mísulas, coruchéus e cruz. Dos lados, existem duas pequenas janelas de balcão com frontões do mesmo género. No interior, coberto por abóbadas de berço, tem capela-mor e dois altares laterais. O altar-mor é todo construido e esculpido em granito da região.

Sintese da informação do Turismo

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Fotos: © 2018 Armando Isaac   

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