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#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

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Nov18

Amieira do Tejo

Armando Isaac

O povoamento de Amieira do Tejo parece datar de épocas remotas e anteriores à fundação da Nacionalidade. Situa-se por volta do século XI ou XII a fundação da freguesia, cujo senhorio pertenceu inicialmente, à Ordem do Hospital. Os membros desta ordem foram assim os responsáveis por toda a acção de colonização do local. Alguns séculos mais tarde (século XVIII), a coroa apropriou-se do seu termo, doando-o ao grão-ducado do Crato, cujo grão-prior era o infante D. Pedro e, portanto, o donatário da povoação.

No início do século XVIII, Amieira era uma vila própera e desenvolvida, onde viviam cerca de setecentas pessoas.

Até 1957, a freguesia denominou-se apenas Amieira. Em 19 de Junho daquele ano , acrescentou-se a partícula "do Tejo" para dessa forma se distinguir de outras com o mesmo nome.

Dois monumentos merecem uma nota de destaque no património edificado da freguesia: o Castelo e a Capela do Calvário.

Quanto ao Castelo, terá sido construido por D. frei Álvaro Gonçalves Pereira, prior do Crato, em meados do século XIV. Este era pai de Nuno Álvares Pereira, que aqui viveu durante alguns anos. Esquecida e abandonada, a fortaleza viria a ser restaurada em 1922 e classificada como monumento nacional. É hoje um dos mais belo monumentos do género em todo o distrito. Junto a uma das torres temos a Capela de S. João Baptista erguida no século XVI que tem no seu interior uma abóbada inteiramente formada por caixotões em esgrafito, técnica decorativa pouco comum em locais tão vastos.

A Capéla do Calvário, por seu lado, foi inaugurada em 1740 graças a uma disposição testamentária de Pedro Vaz Caldeira, sargento-mor da Amieira. Situada numa pequena eminência á entrada da povoação, tem a fachada principal com cunhais e guarnições de granito aparelhado. A porta principal é encimada por um frontão com mísulas, coruchéus e cruz. Dos lados, existem duas pequenas janelas de balcão com frontões do mesmo género. No interior, coberto por abóbadas de berço, tem capela-mor e dois altares laterais. O altar-mor é todo construido e esculpido em granito da região.

Sintese da informação do Turismo

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Fotos: © 2018 Armando Isaac   

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