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#MOMENTOS

Momentos são pequenas fracções de tempo em que algo, único e irrepetível, acontece e que o fotógrafo teve a capacidade de captar! Mostram-nos movimento, emoção e contam-nos uma história.

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02
Jul18

Azulejo Alicatado

Armando Isaac

Desde há mais de cinco séculos que a azuleijaria ocupa uma posição de relevo entre as artes decorativas portuguesas e, apesar de ao longo da sua história ter sofrido multiplas inflências, em Portugal essas influências caracterizaram-se pela riqueza cromática, a monumentalidade, o sentido cenográfico e a sua integração na arqiutetura.

Foi durante a ocupação árabe ques os povos ibéricos tomaram conhecimento da cerâmica mural, através da utilização de placas de barro cobertas de vidrado colorido e uniforme.

Dentre as várias formas e técnicas de trabalhar estas placas, que cortados em fragmentos mais ou menos geométricos eram recombinados em belos painéis decorativos, uma delas utilizava essencialmente o alicate.

Esta forma de cortar e trabalhar o azulejo com alicate, foi desenvolvida e implementada pelos Mouros na Península Ibérica e, esteve em voga durante os séculos XVI e XVII.

Assim, é nos finais do século XVI, que aparecem em Portugal os primeiros painéis (embutidos em tetos e paredes) de composições mais ou menos geométricas combinadas em xadrez e em outras formas mais ou menos complexas, que, pela forma de apresentação eram conhecidas como "azuleijos de caixilho".

Este tipo de ajuleijaria,trabalhada com aturada minúncia e que na sua constituição é bastante semelhante ao mosaico greco-romano, era aplicada quer em painéis, pavimentos e tetos de palácios, quer em murais de igrejas, conventos e outros locais nobres.Todavia, não obstante a extraordinária beleza deste tipo de painéis decorativos, a morosidade da sua execução face à enorme procura fez aparecer o azuleijo atual, mais ou menos industrial, acabando por ser abandonadas as várias formas e técnicas de trabalhar o azulejo, entre elas a técnica "alicatado".

No entanto, e apesar de há muito se ter deixado de utilizar esta técnica, o José Freire utilizando vários tipos de ferramentas, tendo como matéria prima o azulejo e sem recorrer à utilização de quaisquer tipo de tintas, está empenhado em recriar e divulgar esta sua genuína forma de tabalhar o azulejo.

In "outra Arte" - José Freire

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Fotos: © 2018 Armando Isaac 

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